"A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática.
Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas". (Autor Desconhecido)
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Cuidado com meu coração






















Não leve a sério meu coração
Pois ele não sabe o que quer
É como chuva no tempo do verão
Cai forte, mas só molha o chão.

Não leve a serio meu coração
Senão você vai se machucar
Ele é como pássaro livre a voar
Faz ninho no galho que encontrar.

Não leve a sério meu coração
Não gostaria de te ver sofrer
Nem que te peça, dê-lhe atenção
Porque irá se arrepender.

Não leve a sério meu coração
Fuja dele se te procurar
É sedutor, possui encantamento
Mas vai ferir teus sentimentos.

Não leve a sério meu coração
Porque ele não tem paradeiro
É como vento, viaja o tempo inteiro
Pois lhe trará desilusão.

( Ataíde Lemos )

2 comentários:

Sonia Schmorantz disse...

Sincero e lindo poema, há que sempre se cuidar ao pretender um coração sem paradeiro...
abraço e ótimo fim de semana

REGGINA MOON disse...

Ataíde,

Sempre temos de ter cuidado no que se refere à sentimentos...e existem muitos amores, que por mais que se saiba de suas consequências, não se consegue abandonar...lindo poema!!

Um grande beijo e ótimo Domingo!

Reggina Moon

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