"A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática.
Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas". (Autor Desconhecido)
Seja bem-vindo. Hoje é

segunda-feira, 15 de março de 2010

Filho Pródigo

Na busca de realizar todos os sonhos meus
Pedi ao pai que me entregasse o que era meu
Pelo mundo percorri em busca da felicidade
Sai por ai fazendo tudo que sentia vontade.

Enquanto havia saúde, riquezas... amigos possuía
Muitas festas, diversões.Levava uma vida na orgia
Todos os manjares que o mundo ofereceu provei
Com as conseqüências desta escolha não me importei.

Por fim, o dinheiro, os amigos, as festas tudo se acabou
Abandonado, doente... a solidão foi a companheira que restou
Para sobreviver, na mendigaria passei a viver

Certo dia, para casa de meu pai decidi voltar
Não como filho, mas sim servo ser considerado
Mas em beijos e prantos disse: filho você foi encontrado.

(Ataíde Lemos)

Um comentário:

REGGINA MOON disse...

Ataíde,

Lindo Soneto!!!Parabéns Poeta!!

Vim também te convidar a retirar o "nosso" selinho no meu Blog Verso & Prosa, para comemorarmos juntos o "Dia dos Blogueiros".

Um beijo e ótimo final de semana!!

Reggina Moon

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