"A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática.
Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas". (Autor Desconhecido)
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terça-feira, 26 de abril de 2011

A vida vale muito e vale nada



A vida vale muito, mas também vale tão pouco
Hoje estamos sorrindo, amanha estamos mortos.
Para que construir tesouros que não poderá levar
E macular uma historia por não ter aprendido amar!

Daqui nada se leva, mas deixamos nossos feitos
Mesmo que nos enxergamos repletos de defeitos.
Cumprir bem a missão, este deve ser nosso dever
Para quando dele partirmos boa semente florescer.

É triste ver pessoas se julgando maiorais!
Tenho pena de pessoas que se acham imortais
Humilham semelhantes se imaginando ser os tais.

De que vale a arrogância, a ganância ou a avareza
Os abastados humilharem os quem vivem na pobreza
A vida é breve e a morte é nossa única certeza.

Ataíde Lemos

Um comentário:

Sarah Sader disse...

É duro lhe dar com essa verdade quando a morte chega! Temos que aproveitar cada segundo de nossas vidas e as dos nossos familiares!

Abraços,

http://sarahsader.blogspot.com/

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