"A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática.
Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas". (Autor Desconhecido)
Seja bem-vindo. Hoje é

sábado, 9 de abril de 2011

Pequenos inocentes

Pequenas sementes
Estrelas ainda a brilhar
De maneira inesperada
Da terra são arrancadas
Com tamanha violência
Desfazendo sonhos
Rompendo a esperança
De uma aurora que ainda
Estava para despertar
Assim foram ceifadas
Inocentes crianças.

Inocentes crianças
Sonhos e esperanças
Poesias, fantasias, alegria...
Botões ainda a se abrir
Que cruelmente se tombou
Banhando de sangue
Um pedaço de chão
Que por ironia
Promove a educação.

Ataíde Lemos

Um comentário:

António Botelho disse...

Caríssimo Ataíde,
Gostei imenso deste "pequeno" poema que se torna tão grande na nossa imaginação!
Parabéns pelo blog!
Cumprimentos poéticos,

António Botelho

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