"A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática.
Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas". (Autor Desconhecido)
Seja bem-vindo. Hoje é

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Procuro meu tesouro




No mapa de seu corpo
procuro meu tesouro.
Caminho em suas montanhas,
percorro por toda a planície
desvendando suas matas.
Deleito da água
que brota da fonte
de sua pele
saciando minha sede
e alimento de seu leite
que farta minha fome.
Quando o cansaço abate
em seu colo me deito
afagado pelo carinho
de suas mãos que me aquece.

Ataíde Lemos

3 comentários:

Sonia Schmorantz disse...

Parabéns, este poema ficou um verdadeiro encanto!
abraço

REGGINA MOON disse...

Ataíde,

Muito lindo esse poema, como sempre, vir aqui é certeza de belos versos!!

Parabéns Poeta!

Reggina Moon

Rosemari Lucia disse...

Ataide,o poeta dos poetas...
Só tenho a agradecer esses versos sensíveis que tocam a alma explorando nossas entranhas fazendo explodir tudo o que está adormecido.BEIJOS.

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