"A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática.
Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas". (Autor Desconhecido)
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Prazerosa ilusão



Às vezes me perco a ficar imaginando
Nossos corpos ardentes em brasa se amando,
Sinto-me viajar pelo seu corpo e descobrir
Cada segredo que suas vestes ficam a encobrir.

É como já tivesse tocado neste corpo despido
E passeado por cada ponto proibido,
Em gemidos pedindo-me para te fazer mulher
E te amar, realizando as fantasias que quiser.

O desejo que sinto por ti é difícil para conter
Pois, meu corpo em chamas queima pra lhe ter
E possuí-la intensamente num deleite sem igual.

Não passa de fantasia, mas é prazerosa a ilusão
Que me deixa abismado pelo encanto e prazer
Que sua beleza e sedução provocam em meu Ser.

Ataíde Lemos

Um comentário:

Paixão Platônica disse...

Oi meu amigo de Orkut Ataíde Lemos, ou melhor meu amigo POETA!
Parabéns pelo o blog, que poesias e textos lindos, meu Deus que inspiração.
Adoro seus caracteres.
Que Deus continue lhe abençoando sempre.
Beijos
Eu! Leilinha

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