"A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática.
Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas". (Autor Desconhecido)
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Sou o Amor


Quando a noite chegar
E o medo lhe tomar
Venha até meus braços
E sinta-te o meu abraço






Sinta-se o meu calor
Que lhe tirará seu temor
Eu te confortarei
Com ternura te aquecerei.

Quando a tristeza não tiver fim
Aproxime-se, venha até mim
Vou restaurar sua alegria
Resplandecer de luz seu dia

Sou aquele que te ama
Fogo que acende a chama
Da esperança e do viver
Sou o Amor que mora em você.


( Ataíde Lemos ) 

2 comentários:

Barbara Bastos disse...

Fantástico!!!
Simplesmente, amei!!
Bjs
Barbara

Sonia Schmorantz disse...

Sempre lindas poesias!
um abraço e ótimo final de semana

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