"A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática.
Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas". (Autor Desconhecido)
Seja bem-vindo. Hoje é

sábado, 25 de julho de 2009

Entrego-me

Entrego-me em tuas mãos
Seja dona do meu coração
Faça dele o que bem quiser
Dou-te tudo que puder
Sem reserva e sem pudor
Entrego-me ao seu amor.

Deixa que seja seu mar
Nele quero navegar
Ser sua flor preferida
O perfume de sua vida.
Quero ser o ar que respiras
A canção que te inspira.

Deixa ser o prazer de seu beijo
Estar no seu intimo desejo
Como um toque de magia
Realizar ocultas fantasias
Ser o calor que te aquece
O prazer que te enlouquece.

Ah! Entrego-me e deixo tudo ser
Para que de ti possa pertencer
Ser a ilusão e realidade
Que completa sua outra metade
Que te faça feliz plenamente
Em todos sentidos inteiramente.

(Ataíde Lemos)

Um comentário:

Itajaci disse...

Ataide, esta poesia, me encantou! Ela é linda e completa!Parabéns!!

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